20 de setembro de 2011

A VIDA IMITA A ARTE

Os americanos Robert Young e Mark Rubinson levaram o amigo Jeff Barrett para a melhor noitada de sua vida. Eles levaram Barrett para todos os bares que realmente importam na cidade de Aurora, no Colorado (EUA) e até para um clube de strip-tease.

Até aí nada demais, o problema é que antes de embarcar na farra, Jeff já estava morto. Depois que tudo acabou, eles levaram o cadáver de volta para o apartamento que ele dividia com Young e, só aí, telefonaram para o serviço de emergência.

A família de Barrett não gostou nada da história e alega que, se eles tivessem acionado os médicos antes, ele pudesse ter sobrevivido. A polícia sabe, no entanto, através dos exames feitos no corpo, que Barrett já estava morto quando chegou ao primeiro bar.

Young e Rubinson se sujaram porque usaram o cartão de crédito do defunto para pagar as contas da balada. Ambos foram acusados de abuso – contra o cadáver de Barrett – e por apropriação indevida, por terem usado o cartão do cara para bancar as despesas.

Acho que eles copiaram a idéia do filme, “Um Morto Muito Louco”, em que dois rapazes vão passar o fim de semana na casa de praia do chefe deles, chamado Bernie. Quando chegam lá, o cara está morto. Para não levarem a culpa, eles fingem que Bernie está vivo e promovem altas festas na mansão do defunto.

Nenhum comentário:

Postar um comentário